A arte rupestre no Brasil: questões de transferência e representação da informação como caminho para interpretação
Carregando...
Arquivos
Arquivos
Data
Autores
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Instituição
Universidade Federal do Rio de Janeiro / Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
Resumo
A questão das formas de representação da Arte Rupestre, há muito, tem preocupado os arqueólogos que tratam desse tipo de manifestação cultural. Essa preocupação é manifesta tanto com as técnicas de registro dos painéis rupestres, quanto com as formas de comunicação das informações obtidas com o estudo desse fenômeno. O presente estudo tem como objetivo discutir as formas de representação da Arte Rupestre utilizada pelos arqueólogos brasileiros e investigar sobre a possibilidade de estabelecer relações interpretativas a partir das representações feitas. O trabalho desenvolvido tem como objeto de estudo os conceitos das unidades classificatórias da Arte Rupestre no Brasil
encontrados na literatura da área, que tivessem como princípio a função de transferir a informação observada entre os pares da comunidade de arqueólogos brasileiros. O problema de informação é investigado com o suporte teóricos-metodológicos da Ciência
da Informação, evidenciando os fundamentos da semiótica e a teoria da representação. Foi possível obter a categorização de conceitos analíticos, sintético e interpretativos, destacando os problemas de sinonímia e de polissemia identificados. Os resultados encontrados indicaram que a interpretação da Arte Rupestre é inerente as formas com que as informações sobre essa manifestação são representada, que podem ser identificadas em base da categoria de conceitos interpretativos
Descrição
Palavras-chave
Citação
NETTO, Carlos Xavier de Azevedo. A arte rupestre no Brasil: questões de transferência e representação da informação como caminho para interpretação. 2001. 210 f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) - Universidade Federal do Rio de Janeiro / Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, Rio de Janeiro, 2001.