Memórias clandestinas e sua museificação: uma prospecção sobre institucionalização e agregação informacional

OrientadorMarteleto, Regina Mariapt_BR
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Membro de bancaGomes, Mércio Pereirapt_BR
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Membro de bancaBarreto, Aldo de Albuquerquept_BR
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Membro de bancaGonzález de Gómez, Maria Nélidapt_BR
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Membro de bancaKosovski, Esterpt_BR
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AutorCastro, Ana Lúcia Siaines dept_BR
Lattes do autorhttp://lattes.cnpq.br/7319551964324427por
Data de Acesso2015-10-19T11:49:46Z
Data disponível2008-02-11pt_BR
Data disponível2015-10-19T11:49:46Z
Ano de publicação2002-04-11pt_BR
AbstractTheorical proposal that pretends to analyze the process of institutionalization of collective memories, starting from the Torture Never More Group, in order to understand the degree of institutional negotiations face the reports of the country's political events in recent history, in its fight to impede the exclusion of the official memory. To estimate the mechanisms engendered in the formation of the Clandestine Memories, found by the concept elaborated by Michel Pollak (1989), inserted in the resistance of the groups caught by extreme situations and its struggle for the right to information as survival condition. To perceive, in the crossing from the collective to institutional, and probable museum incorporations, how the collective memories are organized and articulated to avoid meaning, information and communication losses, from the informational stock of relevant social and politic expression, so to minimize the breaching of the grupal identification burden and the fragmentation of its living's contentseng
ResumoAnalisar o processo de institucionalização das memórias coletivas a partir do Grupo Tortura Nunca Mais, a fim de compreender as etapas de negociações institucionais face aos relatos dos acontecimentos políticos da história recente do país, em sua luta para impedir a exclusão da memória oficial. Avaliar os mecanismos engendrados na formação das memórias clandestinas, com base no conceito elaborado por Michel Pollak (1989), inserido em mecanismo de resistência de grupos atingidos por situações-limite em sua luta pelo direito à informação como condição de sobrevivência. Perceber na passagem de coletiva a institucional e, por conseqüência das incorporações museais, possíveis perdas de significado, informação e comunicação, ao sofrer alterações de conteúdo e romper a carga identitária grupal, fragmentando seu continente de vivênciapor
Formatoapplication/pdfpor
CitaçãoCASTRO, Ana Lúcia Siaines de. Memórias clandestinas e sua museificação: uma prospecção sobre institucionalização e agregação informacional. 2002. 202 f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) - Universidade Federal do Rio de Janeiro / Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, Rio de Janeiro, 2002.por
URIhttp://ridi.ibict.br/handle/123456789/678
Idiomaporpor
InstituiçãoUniversidade Federal do Rio de Janeiro / Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologiapor
PaísBRpor
DepartamentoCiência da Informaçãopor
InsituiçãoUFRJ/ECO - IBICTpor
ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Ciência da Informaçãopor
Tipo de acessoAcesso Abertopor
Palavra ChaveInformation Scienceeng
Palavra ChaveSocial memoryeng
Palavra ChaveClandestine memoryeng
Palavra ChaveRight of Informationeng
Palavra ChaveMuseum Memorieseng
Palavra ChaveMuseologiapor
Palavra ChaveMemória socialpor
Palavra ChaveMemória clandestinapor
Palavra ChaveDireito à informaçãopor
Área de conhecimento CNPqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::CIENCIA DA INFORMACAOpor
TítuloMemórias clandestinas e sua museificação: uma prospecção sobre institucionalização e agregação informacionalpor
TipoTesepor

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