Memórias clandestinas e sua museificação: uma prospecção sobre institucionalização e agregação informacional
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Universidade Federal do Rio de Janeiro / Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
Resumo
Analisar o processo de institucionalização das memórias coletivas a partir do Grupo Tortura Nunca Mais, a fim de compreender as
etapas de negociações institucionais face aos relatos dos
acontecimentos políticos da história recente do país, em sua luta
para impedir a exclusão da memória oficial. Avaliar os mecanismos engendrados na formação das memórias clandestinas, com base no conceito elaborado por Michel Pollak
(1989), inserido em mecanismo de resistência de grupos atingidos por situações-limite em sua luta pelo direito à informação como condição de sobrevivência. Perceber na passagem de coletiva a institucional e, por conseqüência
das incorporações museais, possíveis perdas de significado,
informação e comunicação, ao sofrer alterações de conteúdo e
romper a carga identitária grupal, fragmentando seu continente de vivência
Descrição
Citação
CASTRO, Ana Lúcia Siaines de. Memórias clandestinas e sua museificação: uma prospecção sobre institucionalização e agregação informacional. 2002. 202 f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) - Universidade Federal do Rio de Janeiro / Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, Rio de Janeiro, 2002.