Os limites para a liberdade comunicativa
| Número de edição do periódico | 10., Rio de Janeiro | pt_BR |
| Autor | Lima, Clóvis Ricardo Montenegro de | |
| Data de Acesso | 2018-12-17T19:53:51Z | |
| Data disponível | 2018-12-17 | |
| Data disponível | 2018-12-17T19:53:51Z | |
| Ano de publicação | 2015-09 | |
| Abstract | xxx | pt_BR |
| Resumo | O Colóquio Habermas vem sendo realizado anualmente e tem se constituído em um espaço privilegiado de debate de ideias daqueles que buscam ir além do comunitarismo republicano vulgar e do liberalismo fora de lugar, tendo por principal referência a obra do filosofo alemão Jurgen Habermas. Este autor é não apenas um dos maiores pensadores vivos, mas um grande humanista que intervém na história do seu tempo como mostram seus artigos recentes sobre a crise dos imigrantes na Europa. A partir de 2014 o Colóquio Habermas passou a ter simultaneamente um pequeno Colóquio de Filosofia da Informação, que reúne os interessados nesta área emergente do pensamento interdisciplinar. Este Colóquio buscar responder uma demanda daqueles que estudam Filosofia e Ciência da Informação com diversos focos, particularmente da Epistemologia, da Ética e da Política. Neste caso o Colóquio está aberto a outras abordagens filosóficas. O grande tema orientador dos Colóquios de 2015 foi “Os limites para a liberdade comunicativa?”. Esta questão foi originalmente motivada pelo terror em Paris, mas foi rapidamente atualizada para os brasileiros por uma questão mais próxima do seu cotidiano: a forte campanha feita pelos meios de comunicação contra o governo eleito de modo democrático. Isto torna mais importante diferenciar o conceito de liberdade comunicativa. O ano de 2015 teve como um de seus marcos iniciais a tragédia do assassinato de 12 jornalistas do Charlie Hebdo. Várias pessoas em muitos quadrantes do mundo se uniram em defesa da liberdade de expressão, ainda que em muitos casos com a consciência crítica da necessidade de uma ética na construção de tal liberdade, sem espaço para a disseminação de ódios ou intolerâncias. Liberdade comunicativa não é liberdade de expressão. Não se trata da capacidade de poder usar o discurso, mas da capacidade deliberativa diante do discurso, de poder dizer sim ou não, na interação discursiva intersubjetiva que ergue pretensões de validade. Como chama atenção Siebeneichler (2014), a liberdade comunicativa está imbrincada em nossa capacidade de autoria responsável, sendo fundamental para a radicalização da democracia. A liberdade comunicativa não é uma condição metafísica, senão uma atitude do falante diante das circunstâncias, sendo ele mesmo, o falante, em relação a outro(s) falante(s) quem delibera sobre a razoabilidade das pretensões de validade erguidas em determinado discurso. | pt_BR |
| URI | http://ridi.ibict.br/handle/123456789/988 | |
| Idioma | por | pt_BR |
| Instituição | Insitituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia | pt_BR |
| País | Brasil | pt_BR |
| Insituição | IBICT | pt_BR |
| Título do periódico | Colóquio Habermas | pt_BR |
| Tipo de acesso | Acesso Aberto | pt_BR |
| Palavra Chave | Habermas | pt_BR |
| Palavra Chave | colóquios | pt_BR |
| Palavra Chave | filosofia da informação | pt_BR |
| Palavra Chave | Limites | pt_BR |
| Palavra Chave | Liberdade comunicativa | pt_BR |
| Área de conhecimento CNPq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::CIENCIA DA INFORMACAO | pt_BR |
| Título | Os limites para a liberdade comunicativa | pt_BR |
| Tipo | Trabalho apresentado em evento | pt_BR |